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quinta-feira, 19 de maio de 2011
Quanto mais ... Vida sem vida !
"Não existe amor impossível, apenas pessoas incapazes de lutar por aquilo que chamam de amor"
Quanto mais você se afasta,
Não vais só, pois me arrastas !
Quando mais você se cala,
Mais a mim, tua alma falas !
Sinto teus lábios nos meus,
Eu estou louca, meu Deus !
Quanto mais você me evita,
Mais meu ser te necessita !
Você comanda minha vida,
Ai, de mim, que estou perdida !
Quanto mais me impões dor,
Mais transbordo de amor !
Queria viver centrada:
Ciente de ser amada !
Esse amor é tão estranho,
Te transformou no meu sonho !
Vem, não me deixes só assim:
Vem - o meu amor não tem fim !
Ai de mim se te perder:
- Viver sem você ?
É lentamente morrer !
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Meditando sobre Felicidade !
A felicidade está nas coisas simples da vida.
Eu preciso de pouco para ser feliz Não sou materialista e sempre pedi a Deus que me desse o suficiente para viver uma vida simples e digna. Muito jovem decidi me realizar profissionalmente naquela profissão que tenho vocação; e fui à luta, estudei, ampliei meus conhecimentos, adquirindo uma visão multifacetada da realidade. Contudo, por piores que tenham sido os momentos que passei, nunca deixei de sonhar e jamais deixei que problemas difíceis afetassem a minha personalidade, a ponto de perder a ternura e o afeto que sinto pela humanidade. Foi justamente esse afeto que fez a diferença por onde quer que eu andasse. Descobri que a maioria das pessoas sofrem de uma carência afetiva incomensurável; na profissão fui compartilhando dor e alegria com alunos da periferia. Procuro ser, antes de ser professora, alguém solidária e amiga e assim percebi que os alunos mais rebeldes e hostis, aparentando iceberg, perdiam toda força diante de uma palavra doce e sincera. Sim, o que existe por detrás de alunos agressivos é o descaso da família que os tratam na base da pancada, principalmente no seio da família humilde e necessitada. Isso não quer dizer que nas outras classes sociais tb não perduram o desprezo e a indiferença. Sem querer apresentar uma visão romântica da realidade, se entendo bem esses alunos é porque conheço bem a estrada da indiferença pois de agruras e falta de carinho também sei dizer bem como é que alguém se sente. Porém, por onde passei, mesmo nas adversidades, deixei a minha marca de ternura e humildade. Consegui sobreviver ao descaso, a solidão, a inveja, sem perder a minha essência; como afirmei no ínicio, nunca tive apego a coisas materiais haja vista que preciso de pouco pra ser feliz. Meu sonho atual seria sair da cidade grande, morar numa casinha humilde com córregos e com alguém muito especial. Mas o meu especial está na vida tão enrolado quanto eu. Entretanto, a despeito da grande muralha que nos separa e outros problemas mais sérios, continuamos remando contra corrente, insistindo em derrubar essa muralha que nos afasta e aos poucos, construir pontes para passarmos livremente. Entendo que ser feliz é estar em paz com alguém que nos ame, nos respeite, nos trate com carinho. Afinal, a felicidade não está na obsessão louca da busca de bens materiais mas sim numa vida despreocupada, simples, na humildade de uma paisagem e de quem está a nosso lado. Num panorama desse, quem está conosco faz toda a diferença pois fará de nossa vida, um jardim de alegria, esperança e fé. Para nós, isso parece um milagre que talvez nunca venha a acontecer, no entanto, por tantos milagres já vistos por mim, eu acredito que um dia, como num milagre, andaremos de mãos dadas, de pés descalços pelas areias brancas de uma praia. E na volta desse passeio, a nossa casinha humilde vai estar lá, aconchegante para nos abrigar da chuva e do sol onde antes de dormir, nos abraçaremos e iniciaremos o nosso sono com um grande e doce beijo. Hoje parece sonho, mas os grandes feitos da humanidade se realizaram porque alguém acreditou no seu sonho. Nos meus, eu acredito firmemente que o melhor ainda estar por vir. O importante é nunca perder a esperança e a capacidade de sonhar porque são os sonhos quem comandam a vida da gente.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Todo Amor !
"Quanta tristeza há nesta vida: só incerteza, só despedida.." ( Vinicius de Moraes )
Todo amor no começo,
- É um jardim florido !
Repleto de lindas flores ...
O bem mais almejado :
- O ar cheio de odores !
- O ar cheio de odores !
- O uirapuru encantado !
- É canto de passarinho !
- É música linda no ar !
- É cobertor de carinho :
- No inverno a levitar !
Mas ... no meio do trajeto :
Pedras ... agonia da poesia !
É morte lenta ... em cada verso !
Todo amor falso brilhante,
Segue, perdendo o brilho,
- Falsa estrela caminhante,
- Enganou meu estribilho !
Na poesia fria e concreta :
- Já não há nenhum lirismo,
Versa sobre fria pedra !
No dualismo do amor,
- O que ama é o que mais sofre !
Quando nadando em dor :
- Soluça o amor que morre !
No fundo do poço ...
Estes são versos que escrevi chorando: não sintas piedade porque o que mais precisei, você negou: o amor. ( Scarlet )
O poço é escuro e profundo,
Se eu gritar, vai dar eco ...
É um local lamacento, imundo,
Lugar de muitos dejetos.
Me vejo no poço sozinha,
Sem ninguém pra me escutar.
Mas dentro da alma minha:
Algo diz: vais superar !
Como pude acreditar ?
Na eternidade da flor ?
Palavras falsas de amar,
Ditas sem nenhum amor ?
E o que é mais revoltante,
Onde a alma, triste tomba ..
Talvez o pior agravante:
- Eu amei, amei uma sombra !
Já estou me acostumando,
No poço da escuridão ...
A minha dívida vou pagando:
- Por doar - meu coração !
David Assayag no Teatro Amazonas
Um hino de amor a maior diversidade de fauna, flora e águas, do planeta, sim, terra da vida, Amazonas !
AMAZONAS ... AMAZONAS ... MEU AMOR ! ( Chico da Silva )
Eu amo esse rio da selva ...
Nas suas restingas, meus olhos passeiam.
O meu sangue nasce de suas entranhas...
E nos seus mistérios, meus olhos vagueiam,
E de suas águas sai meu alimento:
Vida, fauna, flora, é meu sacramento ...
Filho desta terra, da cor morenês,
Este sol moreno queimou minha tez !
Cabocla cheirosa, caboclo guerreiro, cunhatã viçosa, curumim sapeca ...
Eu amo estas coisas tão puras,tão minhas,
Gostosa farinha no caldo do peixe,
Do banzeiro a canção,
E o mais farto verão,
Tudo isso me faz com que eu não te deixe:
Amazonas, Amazonas, meu amor!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Elvis Presley - Sylvia
A letra desta música reflete o momento atual que estou vivendo.Mas precisa substituir ela por ele e Sylvia por Wind.
Quem me Dera ...
O peso da saudade sempre será vencido pelo peso do amor.
Quem me dera dormir,
E desse mundo sumir !
Quem me dera partir,
E não voltar mais aqui !
Quem me dera morrer,
E dessa vida esquecer !
Quem me dera florir,
Em outro porvir !
Ser um lindo jardim,
E esquecer - se de mim !
Quem me dera te ver,
Uma vez - e pra sempre te ter !
Quem me dera, quem me dera :
- Seria enfim, tão feliz nesta terra !
- Quem me dera !
- Quem me dera !
- Quem me dera, meu Deus !!!
By: Scarlet Mayara
Flor Adolescente ...
A adolescencia é a melhor fase onde descobrimos as coisas que existe de especiais nesse universo imenso e repleto de coisas interessantes e valorosas. ( Pasion )
Uma flor que desabrocha,
No fragor da existência.
Viçosa, bela, caprichosa :
Assim é a adolescência !
- Tal qual a fonte fazendo escarcéu !
- Tal qual o ermo e triste deserto :
Uma hora é feliz - está no céu,
N'outra é triste - o mal está perto.
E nessa alternância de humor,
Nem sabe se é criança ou mulher.
- Sonha ! Chora ! Idealiza o amor !
E nem sabe muito bem o que quer !
E vai, revoltada com a vida :
Amando, sofrendo, sonhando amiúde;
Flor que morre, branda e atrevida,
Para renascer em plena juventude !
O Vôo da Águia !
Você vê coisas e diz: Por que?; mas eu sonho coisas que nunca existiram e digo: Por que não ?
(George Bernard Shaw)
Nesta manhã ensolarada senti uma vontade enorme de modificar a minha vida; estou condicionada a uma rotina que já não me satisfaz. Acomodei - me a uma situação de mesmice que não condiz com a minha personalidade guerreira e aventureira. Não sou como a água que se acomoda em qualquer vasilhame: sou o vento livre que vai para onde bem quer, atravessando vales, mares e cidades; estranhamente me vejo condicionada a um ritmo de vida que não me tem feito feliz. Sim, condicionamento - é neste estado em que me encontro. Isso me fez lembrar uma historinha que certo professor veterano contou em uma de suas aulas de Psicologia a qual era mais ou menos assim: certa vez um fazendeiro, ao passear pela floresta, depois de uma noite de forte temporal, encontrou um filhote de águia, tremendo de frio; penalizado, levou - o para casa, agasalhou, alimentou, durante um mês. Após esse tempo, levou - o para o galinheiro e lá o filhote foi criado no meio das galinhas. Tornou -se a curiosidade da vizinhança ao verem aquela "galinha " tão grande ciscando e agindo como as demais do galinheiro. Um dia, o fazendeiro chamou um veterinário porque um dos seus novilhos estava doente. O veterinário medicou o animal e ao passar pelo galinheiro, afirmou que ali não era o habitat da águia. O fazendeiro respondeu que a águia só tinha forma de águia, jamais seria uma haja vista que sua mentalidade já era de "galinha" e nem sequer poderia voar devido o porte enorme. O veterinário respondeu que um pássaro nobre jamais poderia permanecer num ambiente como aquele porque seu lugar era nas alturas e pediu permissão ao dono da fazenda para treinar a águia com o fim de fazê -la voltar ao seu habitat natural. O fazendeiro sorriu e disse: " se o sr. quer tentar, vá em frente. " O homem se hospedou na fazenda e só poderia permanecer ali por uma semana visto que tinha compromisso com outros fazendeiros. No primeiro dia, o homem pegou a águia e começou o treinamento. Passaram três dias e nada de resultado, a águia insistia sempre em agir como "galinha" insistindo em voltar para o galinheiro. No sexto dia, ainda teve que encarar as ironias e gracejos do fazendeiro. No quinto dia de sua estadia, resolveu fazer um treinamento diferente: saiu dos arredores da fazenda e levou a águia, num fim de tarde, para um local bem alto. E era fim de tarde, hora em que os pássaros voavam em bando para seus ninhos. Dali, do alto da montanha, o veterinário começou a fazer movimentos nas enormes asas da águia e depois deixava-a solta. A águia não reagia, se acocorava como a galinha se posta, preparando - se para dormir. No sexto dia, a águia começou a fazer movimentos com as asas e tentou timidamente uns arremessos, sem nada conseguir. No outro dia, desanimado, o veterinário decidiu que não insistiria mais: levaria a águia para um ponto mais alto da montanha e ficaria com ela, contemplando apenas o último pôr - do - sol. Triste, pois à noite teria que partir, subiu a montanha no ponto mais alto. Os bandos de pássaros formavam desenhos no céu e pela primeira vez, o veterinário disse a águia: " veja, que coisa linda, esses que voam alto são teus parentes distantes". Por alguns momentos, o homem pensou que já estava era ficando maluco ao tentar se comunicar de outra forma com aquele imenso pássaro. E pela primeira vez também, a águia fitou o céu azul e o panorama maravilhoso bem como a dança que os pássaros faziam no infinito; algo despertou em sua mente e começou a bater com força as asas e como era muito grande, derrubou o veterinário. Então bateu mais forte as asas e finalmente o espírito de nobreza veio - lhe à memória. Subitamente, ela tomou distância e numa velocidade incrível se lançou aos céus, correndo sério risco de desabar no abismo; mas não desabou, foi acelerando cada vez mais e ganhou o espaço. Sorrindo de alegria, o veterinário viu aquele enorme pássaro ganhar altura e desaparecer no horizonte. Naquele momento, o sol deu seu mais lindo espetáculo e a águia que pensava que era " galinha " reencontrou sua origem, nunca mais retornando para a fazenda. Assim somos nós: deixamos - nos acomodar numa vidinha sem graça, apática, porque nos deixamos acorrentar pelos ditames do falso moralismo, nos condenando, dessa forma, a levar uma vida com mentalidade de " galinha " afinal é isso que esperam de nós. Toda mudança encontra resistência por parte da sociedade; felizmente, existem os ousados, as ousadas que sabem que viemos aqui para sermos felizes e quebrando tabus, contrariando as normas sociais, voam alto como a águia em busca da liberdade de escolha, sem se importarem com as críticas daqueles infelizes que, como dizia Roosevelt:
"É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota."
É imprescindível ter espírito de águia para sairmos do cercado do galinheiro e alçar vôo rasantes e dormir com a consciência tranquila de quem reverteu uma situação de infelicidade para, pelo menos tentar buscar novos horizontes, numa tentativa de encontrar uma nova vida pela frente, quer encontre obstáculos ou não; o importante é ousar, sonhar pois viver estagnado no tempo é passar pela vida e não viver.
By: Scarlet Mayara
(George Bernard Shaw)
Nesta manhã ensolarada senti uma vontade enorme de modificar a minha vida; estou condicionada a uma rotina que já não me satisfaz. Acomodei - me a uma situação de mesmice que não condiz com a minha personalidade guerreira e aventureira. Não sou como a água que se acomoda em qualquer vasilhame: sou o vento livre que vai para onde bem quer, atravessando vales, mares e cidades; estranhamente me vejo condicionada a um ritmo de vida que não me tem feito feliz. Sim, condicionamento - é neste estado em que me encontro. Isso me fez lembrar uma historinha que certo professor veterano contou em uma de suas aulas de Psicologia a qual era mais ou menos assim: certa vez um fazendeiro, ao passear pela floresta, depois de uma noite de forte temporal, encontrou um filhote de águia, tremendo de frio; penalizado, levou - o para casa, agasalhou, alimentou, durante um mês. Após esse tempo, levou - o para o galinheiro e lá o filhote foi criado no meio das galinhas. Tornou -se a curiosidade da vizinhança ao verem aquela "galinha " tão grande ciscando e agindo como as demais do galinheiro. Um dia, o fazendeiro chamou um veterinário porque um dos seus novilhos estava doente. O veterinário medicou o animal e ao passar pelo galinheiro, afirmou que ali não era o habitat da águia. O fazendeiro respondeu que a águia só tinha forma de águia, jamais seria uma haja vista que sua mentalidade já era de "galinha" e nem sequer poderia voar devido o porte enorme. O veterinário respondeu que um pássaro nobre jamais poderia permanecer num ambiente como aquele porque seu lugar era nas alturas e pediu permissão ao dono da fazenda para treinar a águia com o fim de fazê -la voltar ao seu habitat natural. O fazendeiro sorriu e disse: " se o sr. quer tentar, vá em frente. " O homem se hospedou na fazenda e só poderia permanecer ali por uma semana visto que tinha compromisso com outros fazendeiros. No primeiro dia, o homem pegou a águia e começou o treinamento. Passaram três dias e nada de resultado, a águia insistia sempre em agir como "galinha" insistindo em voltar para o galinheiro. No sexto dia, ainda teve que encarar as ironias e gracejos do fazendeiro. No quinto dia de sua estadia, resolveu fazer um treinamento diferente: saiu dos arredores da fazenda e levou a águia, num fim de tarde, para um local bem alto. E era fim de tarde, hora em que os pássaros voavam em bando para seus ninhos. Dali, do alto da montanha, o veterinário começou a fazer movimentos nas enormes asas da águia e depois deixava-a solta. A águia não reagia, se acocorava como a galinha se posta, preparando - se para dormir. No sexto dia, a águia começou a fazer movimentos com as asas e tentou timidamente uns arremessos, sem nada conseguir. No outro dia, desanimado, o veterinário decidiu que não insistiria mais: levaria a águia para um ponto mais alto da montanha e ficaria com ela, contemplando apenas o último pôr - do - sol. Triste, pois à noite teria que partir, subiu a montanha no ponto mais alto. Os bandos de pássaros formavam desenhos no céu e pela primeira vez, o veterinário disse a águia: " veja, que coisa linda, esses que voam alto são teus parentes distantes". Por alguns momentos, o homem pensou que já estava era ficando maluco ao tentar se comunicar de outra forma com aquele imenso pássaro. E pela primeira vez também, a águia fitou o céu azul e o panorama maravilhoso bem como a dança que os pássaros faziam no infinito; algo despertou em sua mente e começou a bater com força as asas e como era muito grande, derrubou o veterinário. Então bateu mais forte as asas e finalmente o espírito de nobreza veio - lhe à memória. Subitamente, ela tomou distância e numa velocidade incrível se lançou aos céus, correndo sério risco de desabar no abismo; mas não desabou, foi acelerando cada vez mais e ganhou o espaço. Sorrindo de alegria, o veterinário viu aquele enorme pássaro ganhar altura e desaparecer no horizonte. Naquele momento, o sol deu seu mais lindo espetáculo e a águia que pensava que era " galinha " reencontrou sua origem, nunca mais retornando para a fazenda. Assim somos nós: deixamos - nos acomodar numa vidinha sem graça, apática, porque nos deixamos acorrentar pelos ditames do falso moralismo, nos condenando, dessa forma, a levar uma vida com mentalidade de " galinha " afinal é isso que esperam de nós. Toda mudança encontra resistência por parte da sociedade; felizmente, existem os ousados, as ousadas que sabem que viemos aqui para sermos felizes e quebrando tabus, contrariando as normas sociais, voam alto como a águia em busca da liberdade de escolha, sem se importarem com as críticas daqueles infelizes que, como dizia Roosevelt:
"É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota."
É imprescindível ter espírito de águia para sairmos do cercado do galinheiro e alçar vôo rasantes e dormir com a consciência tranquila de quem reverteu uma situação de infelicidade para, pelo menos tentar buscar novos horizontes, numa tentativa de encontrar uma nova vida pela frente, quer encontre obstáculos ou não; o importante é ousar, sonhar pois viver estagnado no tempo é passar pela vida e não viver.
By: Scarlet Mayara
domingo, 15 de maio de 2011
Sylvia ( E eu - A faculdade )
Para se fazer um amigo, leva-se quase uma vida inteira. É preciso terem sido pobres juntos e, às vezes, felizes.
(L. Crescenzo)
Hoje lembrei da Sylvia . Vivemos uma verdadeira batalha num momento crucial, tanto para mim, quanto para ela. Quantas alegrias, tristezas vivemos juntas, ali, uma dando força a outra, encorajando, almoçando naquele restaurante da faculdade para estudantes. Terminamos em tempo record: 3 anos e meio, fazendo curso de férias. Eliminando disciplinas nas férias em um mês pra logo a seguir, enfrentar mais uma dura maratona. Recordo - me do perfume caro que compramos de uma colega e por isso, kkkkkkkkkkkkkk, passamos um mês na maior pindura. Valeu a pena ? Como diz Fernando Pessoa: tudo vale a pena, se a alma não é pequena. Lembro do seminário sobre Barroco, eu seria a guardiã do tempo e me vesti como um profeta...kkkkkkkkkkkkkk.... e a Sylvia ? kkkkk eu a obriguei a se vestir de Gregório de Matos, o Boca do Inferno. kkkkkkkkkkk ... Eu parecia que tinha saído lá da Idade Média e o bigode e o chapéu da Sylvia ? kkkkkkkkkkkk .... O importante é que colecionamos mais um dez com uma apresentação magnifica. Foi um tempo duríssimo onde muitas vezes, só tínhamos os passes de estudante. Enfim, chegou o dia da formatura. Eu não pude comparecer - a minha formatura foi feita individual e eu trajava calça jeans, camiseta branca e um tênis branco. Chorei porque senti falta do meu pai e sabia que onde ele estivesse, sentiria o maior orgulho de mim. Fiz o juramento e senti um braço forte sobre meus ombros. Era ele, com certeza. Cumpri uma etapa a duras penas. Hoje penso que as vitórias batalhadas, raladas têm um gosto especial. E por isso, viver vale a pena !
By: Scarlet Mayara
(L. Crescenzo)
Hoje lembrei da Sylvia . Vivemos uma verdadeira batalha num momento crucial, tanto para mim, quanto para ela. Quantas alegrias, tristezas vivemos juntas, ali, uma dando força a outra, encorajando, almoçando naquele restaurante da faculdade para estudantes. Terminamos em tempo record: 3 anos e meio, fazendo curso de férias. Eliminando disciplinas nas férias em um mês pra logo a seguir, enfrentar mais uma dura maratona. Recordo - me do perfume caro que compramos de uma colega e por isso, kkkkkkkkkkkkkk, passamos um mês na maior pindura. Valeu a pena ? Como diz Fernando Pessoa: tudo vale a pena, se a alma não é pequena. Lembro do seminário sobre Barroco, eu seria a guardiã do tempo e me vesti como um profeta...kkkkkkkkkkkkkk.... e a Sylvia ? kkkkk eu a obriguei a se vestir de Gregório de Matos, o Boca do Inferno. kkkkkkkkkkk ... Eu parecia que tinha saído lá da Idade Média e o bigode e o chapéu da Sylvia ? kkkkkkkkkkkk .... O importante é que colecionamos mais um dez com uma apresentação magnifica. Foi um tempo duríssimo onde muitas vezes, só tínhamos os passes de estudante. Enfim, chegou o dia da formatura. Eu não pude comparecer - a minha formatura foi feita individual e eu trajava calça jeans, camiseta branca e um tênis branco. Chorei porque senti falta do meu pai e sabia que onde ele estivesse, sentiria o maior orgulho de mim. Fiz o juramento e senti um braço forte sobre meus ombros. Era ele, com certeza. Cumpri uma etapa a duras penas. Hoje penso que as vitórias batalhadas, raladas têm um gosto especial. E por isso, viver vale a pena !
By: Scarlet Mayara
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